Segundo noticiado neste blog as obras de reparação e manutenção da Capela da N. Sra. dos Verdes, tiveram de se iniciar, sobretudo devido à falta de verbas por parte do organismo do Estado que tutela os monumentos nacionais.
Com a reparação do estado do telhado, impedir-se-á, assim, que a chuva que cairá já no próximo Inverno se infiltre e danifique ainda mais o imóvel, onde já em 2006 eram por demais evidentes as infiltrações!

Na conjuntura actual, a paróquia de Forninhos, quer através das diversas Comissões de Festas, que com o seu trabalho e dedicação tudo têm feito para angariar receitas, quer através de donativos vários, esmolas, infelizmente não tem verba suficiente para todas as obras que fazem parte integrante do Projecto (vidé Arquivo, Setembro/2006), mas felizmente possui verba suficiente para as de essencial reparação.
Pelo que se impõe, a meu ver, a busca de colaboração de todos os bloguistas para opinarem se devemos continuar a insistir junto da Direcção Regional da Cultura do Centro, entidade pública que gere os monumentos e no âmbito da qual se poderá recorrer ao IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, para que nos seja subsidiada verba para dar continuidade ao que consta no Projecto, nomeadamente na construção das 4 estruturas (1. construção de um bar fixo; 2. delimitação de uma zona de estacionamento; 3. construção de um palco para eventos com casas de banho (wc); 4. uma sala de arrumos).
Ou se,
antes pelo contrário, se devemos ficar por aqui, dado que as diligências encetadas com as entidades públicas têm-se revelado até agora infrutíferas, por alegada falta de verbas e pelo custo que o projecto já acarretou à Comissão de Festas, que já teve de despender alguns euros, designadamente com pagamento de honorários e emolumentos e outros custos inerentes ao processo.
Outra questão que quero colocar a todos é se não fomos com demasiada
sede ao pote, isto é, se não deveríamos ter conduzido o Projecto de outra forma, por fases. Será que a verba do TODO não foi demasiado alta e daí não ser possível a “eles” [IGESPAR] “ajudar” com toda a importância necessária, mas apenas com parte?